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OVNIs: Agencias governamentais que estudam UFOs oficialmente

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Quando se fala sobre estudos oficiais sobre OVNIs logo vem na mente de ufólogos e interessados no tema, os projetos “Blue Book” e “Majestic”, ambos são projetos americanos e atraem centenas de controvérsias conspiratórias. Mas engana-se quem acha que apenas os EUA tiveram a iniciativa de estudar esses fenômenos, vários países mantém agencias governamentais que estudam e catalogam os objetos voadores não identificados, algumas delas alegam não esconder nada do publico. Conheça abaixo algumas delas, lembrando que basicamente todo pais tem seu interesse em UFOs, alguns abertamente outros secretamente.

 

OIFAA – Peru

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OVNI polêmico de Miraflores

Após a queda do regime de Alberto Fujimori 2001, a Força Aérea do Peru anunciou a criação de um escritório formal de investigação UFO, a Oficina de Investigação de Fenômenos Aéreos Anomalos (OIFAA). Uma série de avistamentos de OVNIs sobre a cidade capital do Lima criou uma percepção da necessidade de investigar as possíveis ameaças à segurança nacional por anomalias aéreas.

Primeiro localizado no subúrbio de classe média de Miraflores, em Lima, o OIFAA era relativamente aberto à mídia, o público e ufólogos civis. O Comandante da Força Aérea, Julio Cesar Chamorro contou que o Instituto recebeu uma vez uma chamada sobre UFOs de agricultores rurais. Ao invés de temer uma invasão, os agricultores estavam pedindo o governo para evitar que os OVNIs e seus ocupantes continuassem a assustar seus rebanhos. O interesse sobre o fenômeno pela Força Aérea do Peru remonta a 1980, quando o capitão Oscar Santa Maria Huertas avista um UFO, sobre a base da força aérea La Jolla na frente de quase 2.000 testemunhas. Outro piloto relatou três horas de tempo faltante durante um voo sem perda de combustível.

Questões administrativas levaram ao encerramento da OIFAA em 2008, embora a Divisão de Interesses aeroespacial da Força Aérea permaneceu aberto para relatos de OVNIs.

Em 2013, o OIFAA foi reativado devido a uma sequência de avistamentos, incluindo os de objetos luminosos sobre a cidade de Marabamba. Informações relacionadas com UFOs é analisada por pessoas da Força Aérea, sociólogos, arqueólogos e astrônomos, e ao público é dito que nenhuma instituição vai passar por cima de toda a informação que recolhem sobre os “fenômenos aparentemente não convencionais.”

 

 

 

RAAF – Austrália

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Suposto OVNI na Austrália.

A primeira investigação oficial de UFOs do governo australiano foi em 1930. Squadron Leader George Jones, um oficial da Real Força Aérea Australiana (RAAF), foi enviado para Warrnambool, Victoria, para investigar os avistamentos de misteriosas aeronaves sobre o Estreito de Bass. As operações permaneceram não oficiais até 23 de agosto de 1953, quando vice-diretor do Departamento de Aviação Civil, Tom Drury registrou um UFO em Papua Nova Guiné em um filme. Enquanto filmava um jovem rapaz que praticava caça submarina, Drury notou uma nuvem espessa, aparecendo no céu claro, e em seguida, um objeto prata, em forma de bala saiu e voou rapidamente para longe. A Diretoria de Inteligência da Força Aérea (DAFI) da RAAF ficou preocupada com uma possível ameaça à segurança nacional.

O RAAF registrava e investigava relatos de OVNIs, até Operação “Close Encounter” em 1983, quando jatos Mirage se preparavam para interceptar UFOs pegos no radar do aeroporto de Sydney. A operação de alto custo acabou por ser nada mais do que uma interferência no radar. O RAAF mudou sua política para restringir as investigações de OVNIs para as ameaças mais credíveis sendo posteriormente interrompida toda a pesquisa UFO em 1994. O Chefe de Defesa declarou em 2001 que o departamento não lidava mais com casos de “avistamentos aéreos incomuns.” Em 2011, o jornal Sydney Morning Herald solicitou acesso aos arquivos da RAAF sobre UFO sob a lei de Liberdade de Informação. Levou mais de um ano para o Departamento de Defesa  “encontrar” os relatórios antigos e liberar seus arquivos para o Arquivo Nacional.

 

CRIDOVNI – Uruguai

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Objeto acompanhando jatos no Uruguai.

Criado pela Força Aérea do Uruguai em 1979, a Comissão Receptora e Investigadora de Denuncias Sobre Objetos Voadores não Identificados (CRIDOVNI), foi o primeiro órgão de governo da América do Sul a investigar oficialmente UFOs. Seus pesquisadores são funcionários pagos pela Força Aérea Uruguaia, operando de forma independente, sem interferência militar. Embora apenas cerca de 2 por cento dos casos são considerados inexplicáveis, a casos que incluem sequestros de jatos militares, raptos de civis, mutilações de gado, e evidências físicas de desembarques. Segundo o presidente da CRIDOVNI, Coronel Ariel Sanchez, a Comissão havia detectado alterações da composição química no solo perto de locais suspeitos de pouso. As várias teorias que os cientistas da comissão tem considerado incluem de fenômenos atmosféricos, vestígios de pouso de aeronaves extraterrestres, e sondas de monitoramento enviados do espaço exterior.

CRIDOVNI tem extensas ligações a um homólogo civil, o Centro Regional de Investigação de Fenômenos Aeroespaciais e Terrestre (CRIFAT), e a Comissão está de mente aberta em suas interações com os membros da comunidade Ufologia. De acordo com Coronel Sanchez, a CRIDOVNI opera com uma metodologia imparcial e objetiva, com um tempo de resposta rápido. “Nós ainda não temos nenhuma resposta sobre o fenômeno UFO, ou o que esses veículos são e sua origem, mas estamos sempre pesquisando com o máximo de disposição. Nós não encorajamos ou desencorajamos qualquer ponto de vista.”

 

GEPAN, SEPRA e GEIPAN – França

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OVNIs estranhos na França.

Após a Segunda Guerra Mundial, avistamentos de OVNIs foram coletados e arquivados pelo Departamento da Força Aérea Francesa (EMAA / BPE). Policiais militares da Gendarmerie Nationale também começaram a gravar avistamentos de OVNIs.

A primeira tentativa de uma investigação séria foi durante a década de 1960, quando o ministro da investigação científica Alain Peyrefitte pediu ao ex-cientista da Comissão de Energia Atômica, Jean Luc Bruneau para formar uma comissão de investigação independente sobre UFOs. A iniciativa para isso veio da equipe do Presidente De Gaulle, que expressou preocupações sobre um OVNI visto em Antananarivo, Madagascar em 1954. O grupo de estudo proposto tinha três objetivos: determinar a probabilidade da existência de inteligência extraterrestre, descobrir que relações poderia se ter com eles, e explicar os Phenomenes aerospatiaux nonidentifies (fenômenos aeroespaciais não identificados). A proposta foi aprovada, mas adiada indefinidamente devido a problemas políticos em maio de 1968.

Na sequência de uma onda de avistamentos de OVNIs em 1970, Claude Poher, um engenheiro do Centro Nacional de Estudos Espaciais (CNES), a NASA francesa, apresentou uma proposta de um grupo de estudo UFO com a colaboração da Força Aérea, a Gendarmerie , a aviação civil, e o escritório nacional de meteorologia. Em 1977, o grupo (GEPAN) foi formado como um serviço oficial do CNES para investigar  encontros de OVNI de 1966 em diante. As investigações de 1978 envolviam equipes de quatro investigadores, invariavelmente, incluindo um psicólogo para examinar e avaliar a testemunha. Em um caso notável, de um relatório de 1982 da GEPAN falava sobre os efeitos de um encontro UFO nas plantas de um jardim privado em Nancy, o relatório foi publicado mais tarde nos Estados Unidos pelo Journal of Scientific Exploration.

A GEPAN permaneceu ativa até 1989, quando foi discretamente substituído pelo (SEPRA). O órgão é oficialmente destinado a investigação de satélites e restos de foguetes, a pesquisa UFO ficava nos bastidores. A SEPRA foi encerrada durante uma auditoria em 2005, mas um novo departamento de investigação UFO foi inaugurado em 2006, (GEIPAN). O primeiro Diretor do GEIPAN, Yves Sillard, ex Secretário Geral Adjunto para Assuntos Ambientais e Científicos da OTAN, defendeu o estudo sério de UFOs na Rádio France Internacional:

“Eu acho que os americanos dedicam sobre o assunto, esforços muito maiores de investigação do que qualquer outro país, eles praticam uma política deliberadamente orquestrada de desinformação. Para que? É o medo de ver a sua supremacia desafiada se um dia eles enfrentam uma civilização externa muito mais avançada? É a preocupação de manter ativos tecnológicos potenciais para si mesmos? Ou… qualquer outra explicação, quem sabe? “

 

 

Fonte: Listverse

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