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OVNIs: O curioso caso da Noite dos OVNIs

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Cerca de mais de vinte OVNIs foram vistos e rastreados por radares de solo, e pelo menos seis aviões os perseguiram durante a noite de 19 de maio de 1986, tudo ocorreu ao longo de vários estados do sudeste do Brasil.

 

 

Os objetos foram rastreadas por aeroportos de São Paulo, e pelo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA) em Brasília. Imediatamente dois caças Mirage foram enviados a Santa Cruz no Estado de São Paulo, e Anápolis no Estado de Goiás.

 

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Reportagem da Folha da Tarde sobre o incidente

 

O caso foi discutido abertamente pelos altos funcionários do governo. Mas o acontecimento foi relatado pela primeira vez publicamente, pelo coronel Ozires Silva, presidente da empresa estatal de petróleo Petrobrás, que estava voando em um avião executivo, quando ele e o piloto avistaram e perseguiram os objetos não identificados (OVNIs) durante cerca de 25 minutos. O incidente foi coberto amplamente pela mídia brasileira, levando a uma conferência de imprensa no Ministério da Aeronáutica em Brasília em 23 de maio, junto a controladores de tráfego aéreo, e pilotos da Força Aérea, envolvidos no caso.

 

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Ministro da Aeronáutica e Brigadeiro-General Otávio Moreira Lima

 

O Ministro da Aeronáutica, o Brigadeiro-General Otávio Moreira Lima, foi muito franco em relação ao caso:

“Entre as 20:00 hrs. (5/19) e as 01:00 hrs. (5/20) pelo menos 20 objetos foram detectados por radares brasileiros. Eles saturaram os radares e interromperam o tráfego na área. Cada vez que o radar detectou os objetos não identificado, caças decolaram para interceptar. O radar detecta corpos metálicos sólidos e nuvens, mas não havia nuvens nem aeronaves convencionais na região, o céu estava claro, e o radar não tem ilusões ópticas.”

“Nós podemos apenas dar explicações técnicas e nós não as temos. Seria muito difícil para nós falarmos sobre uma hipótese de  guerra eletrônica. É muito remoto e não é o caso aqui no Brasil. É fantástico. Os sinais de o radar foram bastante claros. “

O ministro também anunciou que uma comissão iria estudar o incidente. Abaixo trecho da coletiva exibido pelo Jornal da Globo.

 

 

O major da Força Aérea Ney Cerqueira, no comando do Centro de Operações de Defesa Aérea (CODA), foi igualmente franco:
“Não temos condições técnicas operacionais, para explicar o aparecimento e desaparecimento desses objetos nas telas de radar… são inexplicáveis. São movimentos aéreos não identificados… Os instrumentos técnicos utilizados para a identificação das luzes teve problemas em registrá-los . O CODA enviou dois F-5 e três Mirages para identificar os objetos e um F-5 e um Mirage permaneceram em terra em alerta.”

 

Um caso semelhante havia ocorrido há quatro anos antes (o incidente com o comandante Brito da VASP em 1982) segundo ele as luzes estavam se movendo a uma velocidade que variava entre 250 e 1.500 km./hr. (150 a 1.000 mph) a Força Aérea também não fechou esse caso.

 

 

 

O relatório da Comissão Aeronáutica da “Noite Oficial dos OVNIs” não foi liberado até 2014. No entanto, os depoimentos de pilotos da força aérea, e controladores de radar, foram publicados amplamente na imprensa da época, e mais tarde estudado por pesquisadores brasileiros. Um relatório completo foi feito por Basílio Baranoff, piloto de aviação comercial, membro do Centro Técnico Aeroespacial, e consultor para a organização de OVNIs brasileira CBPDV. O relatório de Baranoff fornecia uma cronologia completa dos eventos ocorridos na fatídica noite de 19 de maio de 1986.

 

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Uma das duas únicas fotos que registraram o evento

 

Veja também: Prova definitiva: NASA transmite possível OVNI ao vivo

 

 

Fonte: Ufo Evidence

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